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Apresentação de minha tese (TCC) no Congresso de Urologia em Fortaleza em Agosto de 2017 , após término do programa MBA Executivo em Gestão de Saúde Einstein – Insper;  programa de pós-graduação lato sensu voltado à formação de profissionais do setor de saúde, o Certificate in Healthcare Management – CHM  também em parceria com o Hospital Israelita Albert Einstein.

Os programas de Gestão de Saúde do Insper têm como objetivo desenvolver competências de gestão do setor de saúde.

ECONOMIA EM SAUDE

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Agora que você já conhece o que é mito sobre reposição hormonal, é importante saber o que é verdade, para se manter sempre informado e com a saúde em dia.

1. Declínio nos níveis de testosterona

Os homens atingem seus maiores níveis de testosterona por volta dos 17 anos. Esse nível mantém-se por algum tempo, mas começa a entrar em declínio dos 30 aos 40. Quando o homem chega aos 80 anos de idade, seu nível de testosterona será metade do que ele tinha quando era adolescente.

2. Não há pílulas

A testosterona não é tomada em forma de pílula porque pode ser tóxica para o fígado. Como é facilmente absorvida pela pele, normalmente é vendida na forma de gel, passado diariamente na parte superior dos braços, ombro e abdômen depois do banho matinal. É possível também adquirir adesivos ou tomá-la por meio de injeções.

3. Aumenta o nível de massa magra

De acordo com um estudo do Institute of Medicine, dos Estados Unidos, a reposição hormonal masculina é capaz de aumentar a massa magra, embora não faça necessariamente um homem mais forte.

Os especialistas analisaram 10 estudos anteriores e concluíram que a testosterona aumenta o nível de massa magra e reduz o de gordura. A força muscular, porém, não mostrou evolução em 8 dos 10 estudos.

4. Benefícios à saúde

Segundo a SBEM, quando feita corretamente, a reposição hormonal masculina é benéfica à saúde em diversos aspectos. Alguns exemplos são vistos na perda de peso, no aumento de massa muscular e na saúde óssea, além de maiores níveis de libido.

 

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1. Tratamento causa câncer de próstata

Uma das maiores preocupações dos homens que se submetem à reposição hormonal masculina é se os tratamentos com testosterona aumentam o risco de câncer de próstata.

De acordo com um artigo publicado em 2004 no New England Journal of Medicine, a testosterona não causa câncer de próstata. Porém, os homens precisam estar em constante monitoramento, já que o hormônio é capaz de estimular o crescimento de um câncer que esteja escondido.

2. Diminuição de hormônio masculino é o fim da fertilidade

De acordo com a Sociedade Brasileira de Endocrinologia (SBEM), trata-se de um mito. Ao contrário do que acontece com as mulheres na menopausa, um declínio nos níveis de testosterona não significa que o homem ficará infértil.

3. Apenas com a reposição hormonal é possível resolver o problema

Conforme a SBEM, existem diversas alternativas que retardam e impedem o declínio nos níveis de testosterona. Se você quer alcançar esse objetivo, não fume, alimente-se corretamente e pratique atividades físicas regulares.

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A aula ministrada pelo Dr. Morgentaler, Professor de Harvard e reconhecido internacionalmente por sua experiência na saúde do homem, principalmente relacionada:

À deficiência de testosterona:

  • quem é candidato à reposição de testosterona?
  • hipogonadismo e obesidade
  • segurança cardiovascular
  • testosterona e câncer de próstata
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URETERRENOSCOPIA FLEXÍVEL COMO GUIA PARA CIRURGIA PERCUTÂNEA DOS RINS – novidade tecnológica

Ureterorrenoscopia flexível foi realizada para determinar o cálice renal ideal para acesso. Um sensor eletromagnético foi introduzido através do canal de trabalho. Então o cálice selecionado foi perfurado com uma agulha com um sensor na ponta guiado por imagens tridimensionais em tempo real observadas no monitor.

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