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A aula ministrada pelo Dr. Morgentaler, Professor de Harvard e reconhecido internacionalmente por sua experiência na saúde do homem, principalmente relacionada:

À deficiência de testosterona:

  • quem é candidato à reposição de testosterona?
  • hipogonadismo e obesidade
  • segurança cardiovascular
  • testosterona e câncer de próstata
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URETERRENOSCOPIA FLEXÍVEL COMO GUIA PARA CIRURGIA PERCUTÂNEA DOS RINS – novidade tecnológica

Ureterorrenoscopia flexível foi realizada para determinar o cálice renal ideal para acesso. Um sensor eletromagnético foi introduzido através do canal de trabalho. Então o cálice selecionado foi perfurado com uma agulha com um sensor na ponta guiado por imagens tridimensionais em tempo real observadas no monitor.

Video

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O procedimento da crioterapia é bem simples e leva cerca de 1 hora utilizando a técnica percutânea. Pode ser realizado com anestesia local. Por meio de ultrassom e tomografia computadorizada em tempo real é identificado o tumor renal. Depois de afastar os órgãos próximos com solução de soro fisiológico introduzido por agulha, como intestino,fígado e baço, é introduzido agulhas muito finas diretamente no tumor. O argônio sob pressão passa pelo interior das agulhas a uma temperatura de até -150 graus Celsius, congelando o tecido ao redor.

Temperaturas abaixo de 40º C são suficientes para promover a morte celular. Portanto são realizados durante a cirurgia dois ciclos de congelamento para garantir que a temperatura seja adequada ao final do processo. O resultado é a destruição total das células cancerígenas do local, que ficam mortas e completamente inativas.

O maior benefício da crioterapia, sem dúvida, é o fato de ser menos invasiva e possibilitar o tratamento de múltiplos tumores . Com este tratamento podemos liberar o paciente no mesmo dia.

A crioterapia ainda é um procedimento inovador e novo no Brasil. Atualmente, a cirurgia é realizada no hospital Albert Einstein em São Paulo.

PPT: crio-rim-transplantado

 

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Segundo pesquisas recentemente publicadas, ao contrário do que se afirmava anteriormente, não são necessárias quatro xícaras de café de cranberrys, mas apenas um copo cheio diário já tem o superpoder de combater vários tipos de câncer.

A pesquisa se baseou na alimentação de camundongos com câncer de cólon adaptada com extrato de cranberry. Com isso, puderam observar que houve uma significativa redução dos tumores em tamanho e número. Com a identificação das moléculas terapêuticas presentes no fruto, ficaria aind a mais fácil a compreensão do seu potencial contra o câncer e, consequentemente, seria melhor a sua utilização.

Cranberries and Cancer: An Update of Preclinical Studies Evaluating the Cancer Inhibitory Potential of Cranberry and Cranberry Derived Constituents.

Cranberries are rich in bioactive constituents reported to influence a variety of health benefits, ranging from improved immune function and decreased infections to reduced cardiovascular disease and more recently cancer inhibition.

A review of cranberry research targeting cancer revealed positive effects of cranberries or cranberry derived constituents against 17 different cancers utilizing a variety of in vitro techniques, whereas in vivo studies supported the inhibitory action of cranberries toward cancers of the esophagus, stomach, colon, bladder, prostate, glioblastoma and lymphoma. Mechanisms of cranberry-linked cancer inhibition include cellular death induction via apoptosis, necrosis and autophagy; reduction of cellular proliferation; alterations in reactive oxygen species; and modification of cytokine and signal transduction pathways. Given the emerging positive preclinical effects of cranberries, future clinical directions targeting cancer or premalignancy in high risk cohorts should be considered.

Antioxidants (Basel, Switzerland). 2016 Aug 18*** epublish ***

Katherine M Weh, Jennifer Clarke, Laura A Kresty

Department of Medicine, Division of Hematology and Oncology, Medical College of Wisconsin, 8701 Watertown Plank Road, Milwaukee, WI 53226, USA. kweh@mcw.edu., Department of Food Science and Technology, University of Nebraska, 256 Food Innovation Complex, Lincoln, NE 68588-6205, USA. jclarke3@unl.edu., Department of Medicine, Division of Hematology and Oncology, Medical College of Wisconsin, 8701 Watertown Plank Road, Milwaukee, WI 53226, USA. lkresty@mcw.edu.

PubMed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27548236

cranberrysummaryslide8-29-16

 

Transtorno Sexual Feminino

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Segundo a Organização Mundial de Saúde1 , a sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, socioeconômicos, políticos, culturais, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais. Constitui um aspecto fundamental do ser humano, envolvendo as identidades de gênero, sexo, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é vivida e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas, papéis e relacionamentos, embora nem todos eles sejam sempre experimentados ou expressos ao longo da vida. O termo Disfunção Sexual Feminina (DSF) diz respeito a uma ampla variedade de condições clínicas, que incluem desejo sexual hipoativo, transtorno de aversão sexual, transtorno de excitação sexual, transtorno do orgasmo e transtornos dolorosos como dispareunia e vaginismo, que são associados a uma diminuição acentuada na qualidade de vida e relações interpessoais.

Há quatro categorias principais de DSF: baixo desejo sexual, dificuldade com excitação, falta de orgasmo e dor durante a relação sexual. Mas dentro de cada categoria, há várias causas e tratamentos potenciais. DSF pode ser frustrante, vergonhoso e decepcionante, mas há formas de lidar com a sua condição e trabalhar para ter uma vida sexual saudável.

Este estudo tem por objetivo realizar uma revisão da literatura científica sobre as disfunções sexuais femininas, incluindo o ciclo de resposta sexual, definições, classificação, fisiologia, etiologia, fisiopatologia, prevalência e os aspectos diagnósticos e terapêuticos.

Transtorno Sexual Feminino PPT