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Também chamada de Anorgasmia, é caracterizada por “um retardo ou dificuldade” de conseguir a ejaculação( que persiste por um período mínimo de aproximadamente seis meses) apesar da estimulação sexual adequada, da ereção peniana e do desejo.

Tal condição é considerada um problema pois provoca angústia significativa para o paciente e sua parceira. Muitas vezes , o diagnóstico é feito pelo relato das parceiras destes indivíduos. A Anorgasmia é pouco compreendida, pouco comum e muito pouco estudada.

Esta condição pode existir desde o início (primária) ou surgir durante a vida  (secundária). Também pode ocorrer em todos as situações, ou apenas em cenários sexuais específicos (por exemplo, com a parceira, mas não com a masturbação, ou com outra parceira). A ER afeta significativamente a qualidade de vida relacionada à saúde, bem como da auto-estima, levando à ansiedade e depressão .

Os fatores etiológicos propostos incluem muitos fatores médicos, psicológicos e de estilo de vida.  O tratamento deve ser específico da etiologia, podendo incluir psicoterapia do paciente e parceira, terapia medicamentosa ou tratamento multidisciplinar. Uma variedade de drogas são utilizadas para este fim, mas nenhuma é específica ao problema e nenhuma droga foi aprovada pelas agências reguladoras para esta indicação.

 

Em um estudo recente para avaliar  o manejo clínico de ER pelos membros da Sociedade de Medicina Sexual da América do Norte , cabergolina (Dostinex-Pfizer) e bupropiona foram os tratamentos de primeira linha mais comumente selecionados.

 

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