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Nesta publicação* um grupo de médicos dos serviços da divisão de Urologia do Maimonides Medical Center da Columbia Universitiy de New York com o patrocínio do laboratório Alza Corporation e Johnson e Johnson avaliaram a nova droga para ejaculação precoce(EP)- Dapoxetina- através dos seguintes parâmetros : o controle da percepção sobre a ejaculação na avaliação do benefício do tratamento nos homens com EP,um grupo de homens receberam a droga Dapoxetina e outro placebo.

Esta sub-análise utilizou dados combinados de todos os grupos de tratamento em uma análise integrada de dois ensaios controlados de dapoxetina identicamente concebidos: 12-semana,duplo-cego, randomizado, placebo . Os homens (2614) preenchiam os critérios para a Ejaculação precoce com o Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais e tinham um cronômetro onde era feita a medição do tempo de latência ejaculatória intra-vaginal (TLEI) em um período de 2 semanas associado ao auto relato de EP moderada ou grave . Os homens foram avaliados mensalmente e receberam placebo ou dapoxetina 30 ou 60 mg, 1-3 h antes do intercurso. O cronômetro de medição do TLEI foi registrado para cada episódio e o paciente relatava a impressão global da mudança (IGP: escala de 7 pontos com parâmetros de controle “muito pior”para “muito melhor” e com a percepção da satisfação sexual durante o intercurso (escala de 5 pontos , “muito má” para ‘Muito bom’) . Os parâmetros de avaliação do controle foi através da análise da relação desta variável com TLEI e satisfação com as relações sexuais.

Dos 2341 homens avaliados, 96,8% relataram “muito ruim” ou “ruim” controle no início do estudo, e 748 (32%) relataram um maior aumento no controle após o tratamento. Mais de 95% dos homens classificaram sua EP como ‘um pouco melhor “, “Melhor”, ou “muito melhor” e 67,1 % classificaram de “melhor” ou “muito melhor” sobre o IGP. Náuseas, cefaléia e infecção do trato respiratório superior foram as eventos adversos mais comuns relatados . 36,3% e 44,5% dos homens referiram um maior aumento no controle da ejaculação com dapoxetina nas doses de 30 e 60 mg respectivamente (vs 15% com placebo). Os autores concluem que estes parâmetros estudados como a melhoria na percepção do controle da ejaculação,o maior prolongamento do TLEI, e níveis mais elevados de satisfação sexual no intercurso são úteis para avaliar o benefício do tratamento nos homens com a EP.

Comentado por: Dr.Charles Rosenblatt-Doutorado em Urologia pela clínica urológica do HCFMUSP e urologista do corpo clínico do HIAE

*
Ridwan Shabsigh, Donald L. Patrick, David L. Rowland, Scott A. Bull,Fisseha Tesfaye and Margaret Rothman 
Columbia University, New York, NY, 
University of Washington, Seattle, WA, 
Valparaiso University, Valparaiso, IN, 
ALZA Corporation, Mountain View, CA, 
Johnson & Johnson Pharmaceutical Services, Raritan, NJ, USA 
Accepted for publication 22 February 2008,2008 BJU International 102, 824-828

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Filed under: Urologia