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URETERRENOSCOPIA FLEXÍVEL COMO GUIA PARA CIRURGIA PERCUTÂNEA DOS RINS – novidade tecnológica

Ureterorrenoscopia flexível foi realizada para determinar o cálice renal ideal para acesso. Um sensor eletromagnético foi introduzido através do canal de trabalho. Então o cálice selecionado foi perfurado com uma agulha com um sensor na ponta guiado por imagens tridimensionais em tempo real observadas no monitor.

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Transtorno Sexual Feminino

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Segundo a Organização Mundial de Saúde1 , a sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, socioeconômicos, políticos, culturais, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais. Constitui um aspecto fundamental do ser humano, envolvendo as identidades de gênero, sexo, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é vivida e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas, papéis e relacionamentos, embora nem todos eles sejam sempre experimentados ou expressos ao longo da vida. O termo Disfunção Sexual Feminina (DSF) diz respeito a uma ampla variedade de condições clínicas, que incluem desejo sexual hipoativo, transtorno de aversão sexual, transtorno de excitação sexual, transtorno do orgasmo e transtornos dolorosos como dispareunia e vaginismo, que são associados a uma diminuição acentuada na qualidade de vida e relações interpessoais.

Há quatro categorias principais de DSF: baixo desejo sexual, dificuldade com excitação, falta de orgasmo e dor durante a relação sexual. Mas dentro de cada categoria, há várias causas e tratamentos potenciais. DSF pode ser frustrante, vergonhoso e decepcionante, mas há formas de lidar com a sua condição e trabalhar para ter uma vida sexual saudável.

Este estudo tem por objetivo realizar uma revisão da literatura científica sobre as disfunções sexuais femininas, incluindo o ciclo de resposta sexual, definições, classificação, fisiologia, etiologia, fisiopatologia, prevalência e os aspectos diagnósticos e terapêuticos.

Transtorno Sexual Feminino PPT

 

Orgasmo feminino e masculino

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Dr Charles Rosenblatt, urologista do Hospital Israelita Albert Einstein comenta no rádio tudo sobre: Orgasmo feminino e masculino e sua relação com a saúde sexual do casal.

Observa-se hoje uma maior comunicação entre os casais e a necessidade de se atingir o orgasmo em ambos tornou-se indispensável.

Vejam a entrevista.

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Dr Charles Rosenblatt faz uma revisão sobre os aspectos atuais do tratamento da bexiga hiperativa e incontinência urinária, afecçóes que comprometem de forma significativa a qualidade de vida das mulheres.

São analisadas, quanto à eficácia e efeitos colaterais, as diversas modalidades de tratamento, como a terapêutica medicamentosa, com suas doses e vias de administração, as medidas comportamentais, os exercícios perineais, a eletroestimulação transvaginal e do nervo tibial posterior, a neuromodulação sacral, a acupuntura e, também, a toxina botulínica intravesical.

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A infecção do trato urinário (ITU) é uma das causas mais comuns de infecção na população geral.

É mais prevalente no sexo feminino, mas também acomete pacientes do sexo masculino principalmente quando associada à manipulação do trato urinário e à doença prostática.

A ITU pode ser classificada quanto à localização em ITU baixa (cistite) e ITU alta (pielonefrite) e quanto à presença de fatores complicadores em ITU não complicada e ITU complicada.

A ITU é complicada quando estão presentes alterações estruturais ou funcionais do trato urinário ou quando se desenvolve em ambiente hospitalar.

Na ITU não complicada a Escherichia coli é a bactéria responsável pela maioria das infecções enquanto nas ITUs complicadas o espectro de bactérias envolvido é bem mais amplo incluindo bactérias Gram positivas e Gram negativas e com elevada frequência organismos multirresistentes.

infecção do trato urinário (ITU) é definida pela presença de 100.000 ufc/mL. Os sinais e sintomas associados à ITU incluem polaciúria, urgência miccional, disúria, hematúria e piúria. A escolha da terapia antimicrobiana para a ITU varia de acordo com a apresentação da infecção, hospedeiro e agente.

Estratégias envolvendo diferentes esquemas terapêuticos de acordo com grupos específicos de pacientes maximizam os benefícios terapêuticos, além de reduzir os custos, as incidências de efeitos adversos e o surgimento de microrganismos resistentes.

Leia mais PDF: Infecção do trato urinário em adultos