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Agora que você já conhece o que é mito sobre reposição hormonal, é importante saber o que é verdade, para se manter sempre informado e com a saúde em dia.

1. Declínio nos níveis de testosterona

Os homens atingem seus maiores níveis de testosterona por volta dos 17 anos. Esse nível mantém-se por algum tempo, mas começa a entrar em declínio dos 30 aos 40. Quando o homem chega aos 80 anos de idade, seu nível de testosterona será metade do que ele tinha quando era adolescente.

2. Não há pílulas

A testosterona não é tomada em forma de pílula porque pode ser tóxica para o fígado. Como é facilmente absorvida pela pele, normalmente é vendida na forma de gel, passado diariamente na parte superior dos braços, ombro e abdômen depois do banho matinal. É possível também adquirir adesivos ou tomá-la por meio de injeções.

3. Aumenta o nível de massa magra

De acordo com um estudo do Institute of Medicine, dos Estados Unidos, a reposição hormonal masculina é capaz de aumentar a massa magra, embora não faça necessariamente um homem mais forte.

Os especialistas analisaram 10 estudos anteriores e concluíram que a testosterona aumenta o nível de massa magra e reduz o de gordura. A força muscular, porém, não mostrou evolução em 8 dos 10 estudos.

4. Benefícios à saúde

Segundo a SBEM, quando feita corretamente, a reposição hormonal masculina é benéfica à saúde em diversos aspectos. Alguns exemplos são vistos na perda de peso, no aumento de massa muscular e na saúde óssea, além de maiores níveis de libido.

 

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URETERRENOSCOPIA FLEXÍVEL COMO GUIA PARA CIRURGIA PERCUTÂNEA DOS RINS – novidade tecnológica

Ureterorrenoscopia flexível foi realizada para determinar o cálice renal ideal para acesso. Um sensor eletromagnético foi introduzido através do canal de trabalho. Então o cálice selecionado foi perfurado com uma agulha com um sensor na ponta guiado por imagens tridimensionais em tempo real observadas no monitor.

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Transtorno Sexual Feminino

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Segundo a Organização Mundial de Saúde1 , a sexualidade é influenciada pela interação de fatores biológicos, psicológicos, socioeconômicos, políticos, culturais, éticos, legais, históricos, religiosos e espirituais. Constitui um aspecto fundamental do ser humano, envolvendo as identidades de gênero, sexo, orientação sexual, erotismo, prazer, intimidade e reprodução. A sexualidade é vivida e expressa em pensamentos, fantasias, desejos, crenças, atitudes, valores, comportamentos, práticas, papéis e relacionamentos, embora nem todos eles sejam sempre experimentados ou expressos ao longo da vida. O termo Disfunção Sexual Feminina (DSF) diz respeito a uma ampla variedade de condições clínicas, que incluem desejo sexual hipoativo, transtorno de aversão sexual, transtorno de excitação sexual, transtorno do orgasmo e transtornos dolorosos como dispareunia e vaginismo, que são associados a uma diminuição acentuada na qualidade de vida e relações interpessoais.

Há quatro categorias principais de DSF: baixo desejo sexual, dificuldade com excitação, falta de orgasmo e dor durante a relação sexual. Mas dentro de cada categoria, há várias causas e tratamentos potenciais. DSF pode ser frustrante, vergonhoso e decepcionante, mas há formas de lidar com a sua condição e trabalhar para ter uma vida sexual saudável.

Este estudo tem por objetivo realizar uma revisão da literatura científica sobre as disfunções sexuais femininas, incluindo o ciclo de resposta sexual, definições, classificação, fisiologia, etiologia, fisiopatologia, prevalência e os aspectos diagnósticos e terapêuticos.

Transtorno Sexual Feminino PPT

 

Orgasmo feminino e masculino

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Dr Charles Rosenblatt, urologista do Hospital Israelita Albert Einstein comenta no rádio tudo sobre: Orgasmo feminino e masculino e sua relação com a saúde sexual do casal.

Observa-se hoje uma maior comunicação entre os casais e a necessidade de se atingir o orgasmo em ambos tornou-se indispensável.

Vejam a entrevista.

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Dr Charles Rosenblatt faz uma revisão sobre os aspectos atuais do tratamento da bexiga hiperativa e incontinência urinária, afecçóes que comprometem de forma significativa a qualidade de vida das mulheres.

São analisadas, quanto à eficácia e efeitos colaterais, as diversas modalidades de tratamento, como a terapêutica medicamentosa, com suas doses e vias de administração, as medidas comportamentais, os exercícios perineais, a eletroestimulação transvaginal e do nervo tibial posterior, a neuromodulação sacral, a acupuntura e, também, a toxina botulínica intravesical.