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Hospital Israelita Albert Einstein (HIAE) e Cleveland Clinic:
Projeto de economia em saúde em litíase urinária

Após a observação do estudo, elaborado pelo setor de economia do HIAE, foi possível concluir que:

– Observa-se que após a consultoria realizada os procedimentos abaixo elencados sofreram uma modificação com impacto direto nos custos e sua respectiva variabilidade. Houve redução de aproximadamente 26% no custo médio e diminuição da variabilidade em 83% .

– O retorno de investimento (ROI) foi de 38 meses podendo este ser ainda menor com as modificações demostradas pelo estudo.

– O HIAE ao contratar a consultoria da Cleveland Clinic buscou uma solução para este impasse administrativo burocrático que é a redução significativa na variabilidade na prática médica ocasionando uma menor variabilidade de custos e consequente aumento na receita com a manutenção da qualidade de atendimento aos seus pacientes, sem deixar de satisfazer as técnicas médicas adequadas dos cirurgiões da área de urologia.

Leia mais: TCC Insper final 2016 para publicacao PDF

 

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Qual a utilidade da avaliação metabólica para pacientes com litíase renal?
A formação dos cálculos é decorrente do depósito de moléculas de um ou mais solutos, que se de células epiteliais descamadas.

Diversos fatores bioquímicos e anatômicos interferem nesse mencionado, e a avaliação metabólica é feita com o objetivo de se identificar determinados distúrbios passíveis de serem corrigidos, diminuindo ou evitando a formação de outros cálculos.

Como é feita a avaliação metabólica na litíase renal?
Em linhas gerais, cerca de 90% dos cálculos têm como componente o cálcio e o ácido úrico, sendo importância sua avaliação.

Uma avaliação metabólica inicial deve conter:

  • dosagens séricas de: cálcio, ácido úrico, uréia e creatinina
  • urina tipo I
  • dosagens em urina de 24 h de: cálcio, ácido úrico, sódio, oxalato e citrato

Deve ainda ser analisado o volume da urina de 24 h e serem analisadas ao menos duas amostras.
Quando deve ser feita a avaliação metabólica na litíase renal?
A avaliação metabólica está indicada para pacientes que além do cálculo apresentam:

  • cálculos recorrentes,
  • antecedente familiar de calculose renal,
  • doença intestinal (principalmente diarréia crônica),
  • indivíduo com fraturas patológicas,
  • osteoporose,
  • história de infecção urinária com cálculo,
  • gota,
  • rim único,
  • anormalidade anatômica,
  • insuficiência renal,
  • crianças.
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Como se forma a pedras nos rins?

Como se forma a pedras nos rins?

1. Durante a formação da urina pode haver o acúmulo de cristals, como cálcio e ácido úrico, ap longo do trato urínário

2. Quando se acumulam, esses crístais formam núcleos, que solidificam e formam os cálculos

3. Os cálculos menores de 1cm são expelidos naturalmente pela urina

4. As pedras maiores podem ser tratadas por medicações ou retiradas por método não invasivo ou cirúrgico

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O tipo de cálculo mais comum é o de oxalato de cálcio, que corresponde à cerca de 60% do total, tipo de cálculo mais comum é o de oxalato de cálcio, que corresponde à cerca de 60% do total, hidroxiapatita (fosfato de cálcio), de ácido úrico e de estruvita .

Tipo de cálculo Freqüência

  • Oxalato de cálcio   60%
  • Hidroxiapatita         20%
  • Ácido úrico               7%
  • Estruvita                   7%
  • Brushita                   2%
  • Cistina                     1-3%

Quais as condições anatômicas que podem propiciar à litíase renal?
As condições anatômicas que dificultam a livre drenagem de urina podem aumentar a incidência • estenose de junção uretero-piélica:

  • divertículo calicial
  • estenose de ureter
  • refluxo vésico-ureteral
  • rim em ferradura
  • ureterocele

Existe relação entre cálculo renal e infecção urinária?
Sim. A infecção do trato urinário pode ser causada por diferentes microrganismos. Alguns tipos Pseudomonas, Klebsiella, Staphylococcus) são produtoras de urease. Essa enzima é responsável em amônia, o que leva a um aumento do pH urinário. O pH se tornando alcalino favorece a precipitação fósforo, amônia e magnésio e a formação do cálculo chamado estruvita ou fosfato amoníaco magnesiano.

Em que grupos o cálculo de estruvita é mais freqüente?
Como a formação do cálculo está relacionada à infecção do trato urinário, populações suscetíveis incidência.
Nas mulheres, o risco de ter ao menos um episódio de infecção urinária ao longo da vida é ao que a incidência de cálculos de estruvita seja duas vezes maior do que em homens. Outras populações • idosos

  • prematuros
  • malformações do trato gênito-urinário
  • diabéticos
  • situações que levam à estase urinária:
    • obstrução
    • derivação urinária
    • desordens neurológicas

Como os cálculos renais podem ser classificados com base em sua localização?
A via excretora renal é formada, na maioria dos casos, por três grupos de cálices (superior, médio de seus infundíbulos convergem em direção à pelve renal, onde ocorre a emergência do ureter como junção uretero-piélica. (JUP).

Os cálculos que estão localizados somente nos cálices são denominados caliciais; quando estão piélicos. Em alguns casos o cálculo pode ocupar um ou mais cálices, o infundíbulo e a pelve renal coraliformes incompletos. Quando ocupam todos os cálices e a pelve são denominados de cálculos (devido à semelhança de sua forma com os corais marinhos). Portanto, a denominação de cálculo seu formato e não à sua composição.

O Que é Litíase Renal?

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A Litíase Renal (ou urinária) é uma das enfermidades mais comuns da sociedade moderna.

Calculose Renal e Ureteral (Litíase) é descrita sua prevalência tem aumentado progressivamente nas últimas décadas. A prevalência dos cálculos renais ao longo da vida é de aproximadamente 10% a 15% e fatores localização geográfica interferem diretamente na ocorrência da doença.

 

Em que grupos a litíase renal é mais freqüente?

A doença calculosa acomete tipicamente homens adultos. A incidência em homens é 2 a 3 vezes mas essadiferença vem diminuindo ao longo dos anos. Quanto à etnia, ela é mais freqüente em brancos, seguido pelos hispânicos, asiáticos e negros, 63% e 44%, respectivamente, em relação aos brancos. Quanto à distribuição geográfica, a litíase renal é mais comum em regiões quentes, áridas ou montanhas, desertos e áreas tropicais.

 

Qual a idade com maior incidência de litíase renal?

Os cálculos são pouco freqüentes em indivíduos com menos de 20 anos e apresentam um pico e a sexta décadas de vida. As mulheres apresentam um segundo pico, ao redor da sexta década, devido à queda dos níveis de estrogênios. O estrógeno tem um efeito protetor na formação de reabsorção óssea e aumentar a absorção renal de cálcio. Pacientes em terapia de reposição hormonal uma concentração de cálcio urinário menor que as não tratadas.

 

Existem outros fatores de risco para litíase renal?

A incidência da litíase está relacionada ainda a fatores de risco ocupacionais. Trabalhadores que temperaturas e a situações que levam à desidratação (ex. cozinheiros, siderúrgicos) apresentam de citrato (que tem efeito protetor na formação de cálculos) e um menor volume urinário. Com concentrada, o que leva a uma maior prevalência nesse grupo. Pessoas com baixa ingestão hídrica, com alto índice de massa corpórea ou história familiar também incidência litiásica.

 

Quais as doenças associadas com a formação de cálculos renais?

Dentre as doenças relacionadas à litíase, podemos destacar:

  • Hiperparatiroidismo
  • Acidose tubular renal
  • Doença de Crohn
  • Bypass intestinal
  • Ressecções intestinais
  • Síndrome de má absorção
  • Sarcoidose
  • Hipertiroidismo
  • Cistinúria
  • Hiperoxalúria primária]

 

Quais os tipos de cálculo renal?

O componente mais comum dos cálculos urinários é o cálcio, sendo o elemento principal em 75% sistemas de classificação para cálculos renais diferencia aqueles com componente cálcico e sem como mostra a tabela freqüências dos diferentes tipos de cálculo:

Tipo de cálculo           Freqüência
Oxalato de cálcio           60%
Hidroxiapatita                 20%
Ácido úrico                    7%
Estruvita                        7%