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Vesomni™ mostrou eficácia no tratamento dos sintomas de armazenamento moderados a graves

Esta nova terapêutica, uma combinação fixa de solifenacina e tansulosina, é indicada para o tratamento dos sintomas de armazenamento moderados a graves (urgência, aumento da frequência urinária) e de esvaziamento associados à hiperplasia benigna da próstata (HBP) em doentes que mantêm sintomas de armazenamento após tratamento prévio com uma só droga.

A HBP é caracterizada pelo aumento benigno da próstata, que normalmente se inicia em homens com mais de 40 anos. A HBP está muitas vezes associada a sintomas de esvaziamento (dificuldade em iniciar a micção, gotejo terminal ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga) e sintomas de armazenamento (urgência, frequência aumentada e noctúria). Numa percentagem significativa de doentes os sintomas de armazenamento, que têm um grande impacto na sua qualidade de vida, persistem após o tratamento de 1ª linha.

Vesomni™ mostrou eficácia no tratamento dos sintomas de armazenamento moderados a graves e de esvaziamento associados à Hiperplasia Benigna da Próstata (HBP) em homens que não respondem adequadamente ao tratamento em monoterapia.

PDF Report: Vesomni

 

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O uso de Combodart (associação de Tansulosina e Dutasterida) já é consagrado como uma droga excelente para o tratemento do HPB sintomático.

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Aula-de-Hipertrofia-de-Prostata

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De acordo com a etiopatogenia da obstrução prostática, as opções medicamentosas incluem a administração de bloqueadores a-adrenérgicos, que atuam sobre o componente obstrutivo dinâmico (músculo liso do colo vesical, cápsula prostática e estroma fibromuscular), ou de inibidores da 5 a-redutase, que exercem sua ação sobre o componente obstrutivo mecânico (glandular), levando à redução do volume da próstata.

Dentre os bloqueadores a-adrenérgicos têm-se a alfuzosina, doxazosina, tamsulosina e a terazosina, com eficácia clínica semelhante entre elas e efetivas em pacientes jovens com próstatas pequenas. Os inibidores da 5 a-redutase, finasterida e dutasterida, são efetivos para pacientes com LUTS associados a um aumento do volume glandular. Pode-se ainda usar a associação das duas terapias, com resultados ainda melhores, em pacientes com grandes volumes prostáticos, porém a um custo bem maior.

Sem eficácia comprovada, os fitoterápicos são utilizados para o alívio dos sintomas. Suspeita- se que esse alívio seja decorrente da própria história natural da doença, que apresenta períodos de melhora, e não necessariamente pela ação do medicamento.

A avaliação endoscópica é necessária na investigação do paciente hiperplasia prostática benigna (HPB)?

A uretrocistoscopia é utilizada nos casos de HPB com o objetivo de comprovar o aumento da próstata, definir a presenç a de repercussões vesicais, como trabeculações do músculo detrusor e divertículos, e identificar doenças associadas, como cálculos, tumores e estenose de uretra. A Organização Mundial de Saúde classificou como opcional o estudo endoscópico, pelo fato de que informações como o tamanho da glândula e o grau de obstrução da luz uretral não serem precisas, por ser um exame invasivo e por existirem outros métodos, como o ultra-som, que podem fornecer as informações necessárias.

O estudo urodinâmico é útil no diagnóstico de pacientes com hiperplasia prostática benigna (HPB)?

Os distúrbios miccionais não resultam necessariamente de obstrução uretral imposta pela próstata. Distúrbios neurogênicos, alterações vesicais pela idade e outras doenças podem produzir quadros semelhantes. Os métodos de imagem servem para definir as dimensões da próstata, mas são ineficazes em definir a existência real de obstrução prostática. O estudo urodinâ mico permite identificar disfunções vesicais, demonstrar ou não a obstrução infravesical e, se ela estiver presente, quantificar o seu grau. O exame avalia as fases de fluxometria, cistometria e estudo do fluxo-pressão.

Quando se adota a observação vigilante do paciente com hiperplasia prostática benigna (HPB)?

Como mencionado anteriormente, o tamanho da próstata não se relaciona diretamente com os sintomas e pacientes com o mesmo nível de sintomas (IPSS – International Prostate Symptom Score) podem apresentar diferentes graus de incômodo. Portanto, pacientes com sintomas leves ou moderados que não apresentam prejuízo de sua qualidade de vida e não têm complicações resultantes da hiperplasia devem ser seguidos de forma conservadora.

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Quais são as complicações da hiperplasia prostática (HPB)?
Além dos sintomas causados pela hiperplasia poderem alterar a qualidade de vida, podem surgir
complicações decorrentes dela, como:

  • retencão urinária aguda;
  • litíase vesical, causada pela estase urinária ou pela impossibilidade de expulsar cálculos que migraram dos rins;
  • infecções urinárias, que podem ser decorrentes tanto da presença de urina residual na bexiga como da colonização prostática;
  • falência do detrusor, pelo acúmulo de colágeno no músculo;
  • hematúria, pela ruptura de vasos da mucosa uretral que reveste a próstata;
  • insuficiência renal, causada pelo comprometimento dos óstios ureterais.

A retenção urinária aguda é irreversível?
Não, a retenç ão urinária aguda ocorre em 2% a 10% dos pacientes com hiperplasia prostática benigna (HPB) e não representa necessariamente o grau máximo de obstrução pelo adenoma. É observada tanto em próstatas pequenas como nas volumosas e pode ser causada pelo uso de medicamentos como descongestionantes nasais, distensão aguda da bexiga, prostatite aguda e infarto prostático. O prognóstico dos pacientes que tiveram um episódio de retenção urinária aguda é desfavorável, já que 60% a 70% voltam a apresentar retenção após um a três meses da retirada da sonda vesical.

Qual a importância da avaliação de um paciente com hiperplasia prostática benigna (HPB)?
Devido aos sintomas do trato urinário inferior não serem exclusivos de pacientes portadores de HPB, uma correta investigação deve ser realizada para o diagnóstico preciso. A finalidade dessa exploração é definir o tamanho da próstata, a presença de eventuais complicações urinárias resultantes do crescimento prostático, a influência eventual de outros fatores na gê nese dos sintomas, a existência de outras doenças do trato geniturinário e a ausência do câncer de próstata.

Como é feita a avaliacão de um paciente com hiperplasia prostática benigna (HPB)?
A avaliação é realizada por meio de uma história médica detalhada, com aplicação do questionário de sintomas, e exame físico, que inclui o exame digital do reto e um exame neurológico básico. Exames complementares com análises laboratoriais de sangue e urina, exames de imagem da próstata, como o ultra-som, e estudo urodinâmico do trato urinário inferior podem ser necessários.