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Segundo pesquisas recentemente publicadas, ao contrário do que se afirmava anteriormente, não são necessárias quatro xícaras de café de cranberrys, mas apenas um copo cheio diário já tem o superpoder de combater vários tipos de câncer.

A pesquisa se baseou na alimentação de camundongos com câncer de cólon adaptada com extrato de cranberry. Com isso, puderam observar que houve uma significativa redução dos tumores em tamanho e número. Com a identificação das moléculas terapêuticas presentes no fruto, ficaria aind a mais fácil a compreensão do seu potencial contra o câncer e, consequentemente, seria melhor a sua utilização.

Cranberries and Cancer: An Update of Preclinical Studies Evaluating the Cancer Inhibitory Potential of Cranberry and Cranberry Derived Constituents.

Cranberries are rich in bioactive constituents reported to influence a variety of health benefits, ranging from improved immune function and decreased infections to reduced cardiovascular disease and more recently cancer inhibition.

A review of cranberry research targeting cancer revealed positive effects of cranberries or cranberry derived constituents against 17 different cancers utilizing a variety of in vitro techniques, whereas in vivo studies supported the inhibitory action of cranberries toward cancers of the esophagus, stomach, colon, bladder, prostate, glioblastoma and lymphoma. Mechanisms of cranberry-linked cancer inhibition include cellular death induction via apoptosis, necrosis and autophagy; reduction of cellular proliferation; alterations in reactive oxygen species; and modification of cytokine and signal transduction pathways. Given the emerging positive preclinical effects of cranberries, future clinical directions targeting cancer or premalignancy in high risk cohorts should be considered.

Antioxidants (Basel, Switzerland). 2016 Aug 18*** epublish ***

Katherine M Weh, Jennifer Clarke, Laura A Kresty

Department of Medicine, Division of Hematology and Oncology, Medical College of Wisconsin, 8701 Watertown Plank Road, Milwaukee, WI 53226, USA. kweh@mcw.edu., Department of Food Science and Technology, University of Nebraska, 256 Food Innovation Complex, Lincoln, NE 68588-6205, USA. jclarke3@unl.edu., Department of Medicine, Division of Hematology and Oncology, Medical College of Wisconsin, 8701 Watertown Plank Road, Milwaukee, WI 53226, USA. lkresty@mcw.edu.

PubMed http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/27548236

cranberrysummaryslide8-29-16

 

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A classificação histológica dos Carcinomas de Células Renais é de extrema importância, uma vez que a determinação dos subtipos histológicos tem significativa implicação prognóstica e terapêutica.

Torna-se importante o esforço do radiologista na tentativa de reconhecimento pré-operatório (por imagem) dos subtipos histológicos do CCR.

Atualmente, na prática clínica diária, os melhores resultados estão sendo obtidos na diferenciação entre CCRs de células claras e CCRs não células claras.

Aguardam-se resultados de novas pesquisas e estudos prospectivos que adicionem novas informações ao estado atual

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CPRC representa um espectro de doença na qual, apesar de bloqueio androgênico, os pacientes variam desde aqueles assintomáticos e sem metástases, com somente elevação do PSA até os gravemente debilitados pelos sintomas e pelo volume da doença metastática.

Características: Níveis de testosterona < 50 ng/ml , 3 elevações consecutivas do PSA, com intervalo mínimo de uma semana entre elas, que resulte em aumento ≥50% acima do nadir ; Progressão do PSA após manipulação hormonal secundária ( retirada dos antiandrógenos mínimo de 4 semanas para flutamida e seis semanas para bicalutamida) ; Aumento das lesões ósseas ou aparecimento de novas lesões ósseas (>2) ou de partes moles ou de linfonodos > 2 cm.

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O carcinoma da próstata constitui a neoplasia maligna mais frequente no sexo masculino e a segunda causa de mortalidade por câncer nos homens do mundo ocidental.

Estima-se que uma percentagem superior a 40% dos indivíduos diagnosticados com este tumor desenvolva doença metastática; apesar de a maioria dos doentes se verificar uma resposta inicial favorável à castração médicamentosa ou cirúrgica, a progressão para um estado de resistência à castração é universal.

Durante a última década foram identificados novos alvos terapêuticos para o carcinoma da próstata metastático resistente à castração (CPMRC), o que suscitou o desenvolvimento de múltiplos fármacos.

Em 2010, a “Food and Drug Administration” (FDA) aprovou a utilização do sipuleucel-T e do cabazitaxel, em 2011 da abiraterona e, em 2012 da enzalutamida para o tratamento do CPMRC.

O denosumab e a alfaradina foram aprovados para a prevenção de complicações relacionadas com o esqueleto em doentes com metástase óssea, surgindo como alternativas ao ácido zoledrónico.

Com estes slides, os autores pretendem realizar uma revisão sistemática das últimas evidências clínicas e novas abordagens ao CPMRC.

Leia mais:

1. Câncer de Próstata resistente à castração (Slides)

2. Qual a melhor sequencia de tratamento no CaP metastatico e refratario a castracao_Marcus Vinicius Sadi (PDF)

3. Quimioterapia sde prieira linha nos pacientes resistentes a castração (PDF)

 

 

Harvard Medical School CME

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PDF: Charles Rosenblatt Harvard CME certificate