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O procedimento da crioterapia é bem simples e leva cerca de 1 hora utilizando a técnica percutânea. Pode ser realizado com anestesia local. Por meio de ultrassom e tomografia computadorizada em tempo real é identificado o tumor renal. Depois de afastar os órgãos próximos com solução de soro fisiológico introduzido por agulha, como intestino,fígado e baço, é introduzido agulhas muito finas diretamente no tumor. O argônio sob pressão passa pelo interior das agulhas a uma temperatura de até -150 graus Celsius, congelando o tecido ao redor.

Temperaturas abaixo de 40º C são suficientes para promover a morte celular. Portanto são realizados durante a cirurgia dois ciclos de congelamento para garantir que a temperatura seja adequada ao final do processo. O resultado é a destruição total das células cancerígenas do local, que ficam mortas e completamente inativas.

O maior benefício da crioterapia, sem dúvida, é o fato de ser menos invasiva e possibilitar o tratamento de múltiplos tumores . Com este tratamento podemos liberar o paciente no mesmo dia.

A crioterapia ainda é um procedimento inovador e novo no Brasil. Atualmente, a cirurgia é realizada no hospital Albert Einstein em São Paulo.

PPT: crio-rim-transplantado

 

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A etiologia do carcinoma de células renais (CCR) é desconhecida, mas estudos observaram casos em que exposição a agentes químicos (nitrosaminas e cádmio), vírus (LTV) e tabaco poderiam estar envolvidos.

Fatores hereditários cert renais (CCR) é desconhecida, mas estudos observaram casos em que exposição a agentes químicos (nitrosaminas e cádmio), vírus (LTV) e tabaco poderiam estar envolvidos. amente explicam alguns casos de adenocarcinoma renal. Na síndrome de von Hippel-Lindau ocorre perda do gene supressor do tumor (gene VHL), localizado no braço curto do cromossomo
3 (3p25). Em 40% desses casos de perda do gene VHL surge o carcinoma de células claras (CCC), que em geral é múltiplo e bilateral . Perda do VHL também está presente em até 50% dos casos de CCR esporádicos.

Diversas funções foram propostas ao gene VHL,dentre elas de regulação do fator induzido por hipóxia (HIF), que tem grande envolvimento na indução de genes com importante papel na angiogênese (VEGF), no metabolismo energético, no crescimento celular, em metástases e na apoptose e é responsável por fazer com que os tumores se adequem a um microambiente hipóxico.

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Nefrectomia parcial laparoscópica preserva o restante do rim saudável e fornece aos  pacientes uma forma segura e eficaz para retirar o tumor renal.

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Esta é uma técnicaque apresenta resultados equivalentes quando comparado à cirurgia aberta tradicional com o diferencial de apresentar  significativamente menos dor pós-operatória, um menor tempo de internação, retorno mais precoce ao trabalho e atividades diárias, um resultado mais favorável cosmético e os resultados oncológicos idênticos à do cirurgia aberta.

Nefrectomia parcial tornou-se um procedimento padrão para selecionar pacientes com carcinoma de células renais.

 

 

 

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A pessoa começa a perder peso e ter febre. No entanto, não dá a devida atenção por conta de seu dia a dia e continua a sua rotina. Até o momento em que aparece outro sintoma como dor abdominal. Imagina ser uma infecção de algo que comeu algum tempo atrás. Decide ir ao médico, que pede exames. Após avaliá-los, o especialista diagnostica um câncer de rim.
No instante da descoberta de um tumor, a pessoa deve manter a calma. Apesar de ser um momento difícil, o paciente precisa saber da existência de tratamentos que podem melhorar sua qualidade de vida, independentemente do estágio em que se encontra a doença, seja ela precoce ou avançada.

Um estudo nacional sobre o Câncer Renal (Encare), realizado pela Sociedade Brasileira de Urologia (SBU) aponta que 73% das pessoas receberam diagnóstico de câncer de rim depois de passar por um ultrassom abdominal por outro motivo. Por isso, o diagnóstico precoce faz a diferença. É que esse estágio, o percentual de cura em tumores pequenos ultrapassa os 80%. No entanto, de acordo com o Encare, quase 40% dos casos de câncer de rim, por exemplo, são diagnosticados quando o tumor está nos estágios avançados e com poucas chances de cura.
As causas para o surgimento do câncer de rim não são totalmente conhecidas. Sabemos que cigarro, obesidade, herança genética e hipertensão são fatores de risco para o desenvolvimento da doença. Dados do Encare apontam como principais vilões nessa patologia a hipertensão e a obesidade em 46% e 18%, respectivamente.

Com uma representatividade de cerca de 85% dos tipos de tumores nos rins, segundo a Sociedade Americana de Oncologia Clínica, o carcinoma de células renais (CCR) é um tipo bastante agressivo e, até pouco tempo, com poucas opções de tratamento. A doença representa aproximadamente 2% dos novos casos de câncer e causa cerca de 100 mil mortes anualmente no mundo.
Em relação aos tratamentos para o carcinoma renal, a cirurgia para retirada do tumor é a forma mais indicada nos casos mais precoces. Porém, apesar da remoção por cirurgia, o tumor retorna em 33% dos pacientes. Nestes casos, outras terapias podem ajudar, mas somente um médico pode prescrevê-las adequadamente.

Uma nova e grande aliada no combate aos diversos tipos de câncer é a terapia-alvo, que tem como principal característica a seletividade da ação. Esse tratamento atinge preferencialmente partes importantes das células tumorais e age diferentemente da quimioterapia tradicional – que ataca todas as células que se multiplicam rapidamente, sem fazer diferenciação entre as saudáveis e as tumorais. Por ter ação tão específica, esse tipo de tratamento (inibidores de tirosinoquinases, inibidores mTOR e anticorpos monoclonais) provoca menos efeitos colaterais.
Nos últimos cinco anos, o tratamento do câncer de rim está entre os que mais avançaram. Isso só foi possível em razão do desenvolvimento de novos medicamentos, elaborados a partir de uma maior compreensão da biologia do tumor de rim. Com isso, os pacientes ganharam mais opções terapêuticas e, consequentemente, estão vivendo mais e com melhor qualidade de vida.

Dr. Oren Smaletz, oncologista clínico e coordenador de pesquisa clínica em câncer do Instituto Israelita de Ensino e Pesquisa Albert Einstein.

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Biópsia renal

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biópsia renal é um procedimento onde um pequeno fragmento do rim, de aproximadamente 1 a 2 cm de comprimento com largura de um grão arroz, é obtido. Como este fragmento em mãos, pode-se avaliar microscopicamente o comprometimento das estruturas dos rins e estabelecer diagnósticos, prognósticos e indicações para iniciar ou não tratamentos.

biopsia-renal

A biópsia renal está indicada quando o diagnóstico da massa pode alterar o tratamento da mesma, por exemplo, de não cirúrgico para cirúrgico ou tratamento neo-adjuvante. Lesões renais em pacientes com história prévia de dor lombar e febre são sugestivas de abscesso renal. As metástases renais são mais freqüentes por carcinoma de pulmão, sendo freqüentemente múltiplas e bilaterais. A Tabela 1 ilustra as indicações clássicas da biópsia renal.

 

 
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